Confronto em Genebra
Um diplomata árabe revela: o Irão está a oferecer reduzir o enriquecimento de urânio de 60% para cerca de 3,6% — perto dos níveis do acordo de 2015 — antes das conversações de Genebra de amanhã.
Teerão propõe congelar o enriquecimento por 7 anos. Washington quer 10. As negociações estão tensas.
O verdadeiro ponto de conflito? Centenas de quilogramas já enriquecidos. O Irão recusa-se a enviá-los para fora, oferecendo apenas diluição. Os EUA insistem que deve sair do país.
Ainda sem avanços — mas os riscos não poderiam ser maiores.
@kaisos1987
Os países que promovem o antissemitismo e ideologias radicais fazem parte do problema, não da solução — isso foi enfatizado pelo analista político emiradense Amjad Taha (@amjadt25) durante um discurso virtual ao Comitê de Cooperação Regional da Knesset 🇦🇪🤝🇮🇱.
Ele também saudou cada país árabe que educa sua juventude nos valores da convivência e aceitação dos outros, tratando-os como princípios nobres e um modo de vida.
Jibril Rajoub, Secretário-Geral do Comité Central do Fatah e um alto funcionário da Autoridade Palestina, disse ao meio de comunicação palestiniano Al Shahed que Azzam Al-Ahmad "não estava errado" ao defender o Hamas. Ele acrescentou que a crítica contra Al-Ahmad é injustificada, descrevendo as objeções às suas declarações pró-Hamas como uma "desvinculação das normas nacionais e organizacionais."
Comentário
Por: @HowidyHamza
No entanto, os palestinianos têm todo o direito de questionar líderes que justificam ou desculpam forças que repetidamente trazem desastres à sua sociedade. Se figuras como Rajoub e Al-Ahmad não conseguem aceitar críticas do seu próprio povo, talvez devêssem dar um passo atrás e permitir que aqueles dispostos a ouvir ocupem o seu lugar.